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“A maior descoberta de minha geração é que o ser humano pode alterar a sua vida mudando sua atitude mental.” (William James)


As pessoas que nasceram após 1980, nomeados didaticamente como Geração y, possuem rótulos como: infiéis, insubordinados e impacientes e chamam a atenção pela ousadia e comportamento singular. Eu também sou da “Geração Y”, mas acredito que as pessoas dessa geração, apesar de serem vistos com esses rótulos citados acima, também tem muito o que ensinar.

A Geração Y cresceu em um cenário com maior acesso às informações, com mais facilidades proporcionadas por avanços tecnológicos, criados pelas gerações anteriores, e por isso desenvolvem mais intimidade com as atuais ferramentas de comunicação e sentem a necessidade de estarem completamente conectados.

Fiquei muito feliz em ver um post na web falando sobre isto, que o futuro a nós pertence e já somos influências positivas na vida de outras pessoas, que estão buscando avanços nas questões pessoais proporcionando um ambiente mais aberto à diversidade de interesses.

Assim ocorrerá uma troca mais efetiva com os veteranos, para que cada um, independente da geração, colabore para que tenhamos um relacionamento melhor, tanto no ambiente profissional quanto no pessoal, pois a troca de conhecimentos entre a Geração Y e Veteranos, contribuirá para que se ampliem os conhecimentos.

A seguir algumas citações de quem obteve vantagens significativas com esta “galerinha do bem”:

Por Taís Targa:

1. Às vezes é preciso ousar e enviar um e-mail em um tom não muito formal para níveis hierárquicos bem superiores.

2. Parafraseando um Y (Leonardo Suzin), “é melhor ser um lacaio do Google hoje do que ser um escravo quando ele dominar o mundo”.

3. Dá, sim, para fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Ontem mesmo eu respondia aos e-mails, supervisionava a tarefa da minha filha e ainda assistia os clipes da TVZ.

4. As redes sociais estão aí para facilitar a nossa comunicação e ninguém é vulgar ou desocupado por ter perfil no Facebook, conta no Twitter e utilizar o Instagram.

5. O trabalho é muito importante, mas a qualidade de vida tem que ter prioridade. Nem sempre sucesso, status e remuneração trazem felicidade.

6. Dá para brincar e relaxar com a equipe. Termos como “manda bala”, “D+” e alguns emotions substituem frases enormes e facilitam a interação.

7. Sempre há como recomeçar. Tem hora em que o “game over” é inevitável e é nesse momento que temos a oportunidade da virada.

8. A tecnologia é uma aliada e é capaz de facilitar a nossa vida de maneira milagrosa. Basta despirmo-nos de preconceitos e ter uma postura mais otimista com a nossa capacidade de aprendizagem.

9. Não é à toa que temos dois olhos e dois ouvidos. Dá para descansar um pouco dos estímulos visuais e ouvir um bom audiobook ou um podcast de notícias.

10. Só o simples fato de você ser hierarquicamente superior não é mais motivo para estar isento de críticas e questionamentos. Conduta autoritária nunca esteve tão em desuso como hoje.

Por Fernanda Gambera:

1. Foco! Os estímulos são muitos.

2. As coisas não acontecem no ritmo que esperamos: paciência!

3. Conecte-se com si mesmo. O autoconhecimento é necessário para saber aonde se quer chegar.

4. Qualidade de vida é gostar e acreditar no que se faz, dentro e fora do trabalho.

5. Informações rápidas estão por toda parte. O diferencial é se aprofundar.

6. O modo como você lida com o estresse pode mudar a forma como ele te afeta.

7. Para delegar é preciso saber fazer.

8. O livre arbítrio não retira a responsabilidade das escolhas.

9. Pensar grande é importante, mas curtir as etapas da trajetória também.

10. Aprender a aprender é um exercício de humildade. Pratique!

É, e para se dar bem na carreira, no relacionamento profissional bem como o pessoal, mesmo que as gerações estejam passando por profundas mudanças é fundamental fazer o que gosta. Confira:

Fonte: EXAME

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