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“Não busques a vaidade de ter o melhor que os outros. Contenta-te com a tarefa gloriosa de tentares ser melhor que és. Que tu não sejas o teu limite de crescimento, mas o teu grande questionamento, o teu grande interrogador”. (Henfil)

vaidade

A vaidade deve estar sempre por perto, acessível quando conveniente, e distante quando não convir, deve se fazer presente mas sem se tornar o centro de nossas vidas, tornando-nos dependentes, tendo o seu devido papel em nosso cotidiano.

Não ter vaidade não é bom e pode ser preocupante, pois, também temos que nos cuidar. A pessoa não pode esquecer de si, ter vaidade é também se amar, se olhar e se agradar. Não se deve passar pela vida sem se cuidar, ficar desatento, sem cor, sem amor, isto é um auto abandono em vida.

Em contrapartida a vaidade também não deve ser exacerbada, tornar-se ostentação e ser fútil, aquela em que a pessoa é o que veste, o que gasta, o que consome, onde o ter é maior que ser, saber, sentir e vivenciar, tornando a pessoa vazia sem os seus objetos, roupas e motivos para ostentação.

Quando a vaidade chega ao nível fora do normal destrói pessoas, relações, famílias e se a pessoa não se controlar passa a desenvolver problemas como: depressão, bulimia, anorexia, consumismo desenfreado, tornando-se muito prejudicial.

O bom da vaidade é o meio termo, saber usar a vaidade ao seu favor e a serviço e bem-estar de outras pessoas tornando o ambiente belo, vivo e saudável, pois, ninguém também é obrigado a conviver com pessoas que não se cuidam e incomodam os outros com o seu descaso seja no ambiente, familiar, de trabalho, eventos sociais e no dia a dia.

Seja vaidoso na medida certa, agindo assim você se sentirá bem, manterá bons relacionamentos e amizades e contribuirá para seu próprio bem – estar e de outras pessoas em todos os lugares.

Se ame! Se cuide!

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